Trump nomeia Stephen Miller como chefe de gabinete e intensifica postura radical
Após derrota nas urnas, Trump substitui Susan Wiles por Stephen Miller, sinalizando maior radicalização e confrontos com democratas.

Em meio à derrota eleitoral que abalou o Partido Republicano, o presidente Donald Trump anunciou a nomeação de Stephen Miller para chefe de gabinete da Casa Branca, substituindo Susan Wiles.
Miller, conhecido por sua agenda rígida contra a imigração e por apoiar políticas consideradas repressivas, deve conduzir o governo nos próximos dois anos, segundo analistas.
Democratas criticaram a escolha. O líder da minoria no Senado, Chuck Schumer, definiu Miller como “o arquiteto das políticas mais bárbaras e desumanas deste governo”, enquanto Hakeem Jeffries o chamou de “xenófobo perigoso e extremista imprudente”.
Durante o primeiro mandato de Trump, Miller influenciou medidas como restrições de viagem a países muçulmanos e a separação de famílias na fronteira. No atual mandato, tem se oposto a iniciativas de inclusão e aos direitos transgêneros.
A nomeação reflete a estratégia de Trump de adotar uma postura de força, ao lado de figuras como Dana White, indicado como secretário de imprensa, para enfrentar a oposição democrata.




